O FUTURO EXIGE CORAGEM
Dizem que o futuro está a caminho. Mas a história nunca foi escrita assim.
O futuro não chega por acaso. Não cai do céu. Não nasce da espera. O futuro é agora, construído pelas mãos de quem decide transformá-lo. É preciso arrancá-lo daqueles que insistem em vender o amanhã para preservar os privilégios de hoje.
Por isso, este é um convite. Vem com a gente construir um novo caminho para o Rio Grande do Sul e para o Brasil.
O nosso estado precisa de coragem. Coragem para enfrentar a extrema direita que se julga dona desta terra. Coragem para resistir às mudanças climáticas. Coragem para remar contra a corrente quando as águas parecem engolir tudo. Para plantar enquanto alguns lucram derrubando. Para acreditar que justiça não pode ser artigo de luxo e que dignidade não pode depender do CEP, da cor da pele, do sobrenome ou do saldo da conta bancária.
Essa é a coragem que sempre moveu o povo gaúcho.
O legado de Luís Carlos Prestes, Leonel Brizola, Olívio Dutra e Tarso Genro segue vivo. A poesia inquieta de Jussara Cony e a militância incansável de Raul Carrion continuam iluminando caminhos. Eles nos ensinaram que nenhum futuro nasce sem mobilização. Será preciso derrotar aqueles que se apropriam da palavra "pátria" enquanto abandonam o povo e entregam o país.
O Rio Grande do Sul já chorou água demais.
As enchentes não levaram apenas casas. Levaram fotografias, memórias, histórias e sonhos. Ainda assim, há quem chame tudo isso de fatalidade.
Fatalidade é ignorar os alertas da ciência. É desmontar políticas públicas. É fingir que tragédias anunciadas são obra do acaso.
A natureza nunca foi nossa inimiga.
Inimigo é tratar rio como esgoto, árvore como obstáculo e gente como estatística.
Existe outro caminho.
Construir um estado que acolha com moradia digna em vez de expulsar, tarifa zero no transporte público ao invés da segregação. Um estado vivo e com cultura valorizada ao invés de ódio e preconceito. Com esporte e ocupação dos espaços públicos ao invés de insegurança e truculência.
Cuidar do rio antes da enchente, da árvore antes do corte, do resíduo antes que vire “lixo” e da vida antes do lucro. Fazer do desenvolvimento um instrumento de emancipação e não de destruição. Construir prosperidade sem deixar ninguém para trás.
E nós sabemos: não existe futuro sem juventude.
E a juventude precisa voltar a ter o direito de sonhar.
Hoje, milhares de jovens crescem convencidos de que o amanhã lhes foi roubado pela crise econômica, pela precarização do trabalho e pela falta de perspectivas. Como sonhar quando o aluguel engole o salário, a ansiedade vira rotina e o futuro parece sempre cancelado?
Nós nos recusamos a aceitar isso como destino.
Roubar o sonho de uma geração é a forma mais eficiente de impedir uma revolução.
Por isso, a escola não pode ser apenas um prédio. Ela precisa ser um laboratório de esperança, o lugar onde um povo aprende a escrever o próprio destino. Queremos que o Rio Grande do Sul tenha a melhor educação pública do Brasil: uma educação capaz de formar cidadãos livres, críticos e preparados para transformar a realidade.
E quando perguntam como fazer tudo isso, a resposta é simples: ninguém muda um estado sozinho. A solidão não cabe a nós!
As grandes transformações acontecem quando milhares de pessoas decidem que o medo não governa mais. Quando ocupam as ruas. As urnas. A política.
Nós acreditamos em quem enfrenta os poderosos sem baixar a cabeça. Em quem transforma indignação em projeto. Em quem faz da internet uma ponte e da rua o seu lugar de encontro. Em quem compreende que defender o clima é defender quem pega ônibus às seis da manhã, quem trabalha sob calor extremo e quem perde tudo quando a água invade sua casa.
Coragem não é ausência de medo. É continuar caminhando mesmo quando o medo insiste em acompanhar cada passo.
E se perguntarem qual é o tamanho do futuro, responderemos sem hesitar:
Ele tem exatamente o tamanho da coragem que demonstramos hoje.
".Se o presente é de luta, o futuro nos pertence"
É por isso que caminhamos ao lado de Giovani Culau.
Porque ele representa aquilo que a esquerda precisa para construir o futuro. Um vereador combativo, que não se curva diante dos poderosos. Que dialoga com a juventude porque conhece seus medos, compartilha seus sonhos e transforma indignação em organização.
Giovani construiu o principal mandato da luta por justiça climática em Porto Alegre sem deixar esse debate preso aos discursos. Entende que são os mais pobres e a periferia os primeiros atingidos pela crise e, por isso, é autor da lei que protege trabalhadores expostos ao calor extremo. Liderou a defesa de cidades mais humanas durante a revisão do Plano Diretor, enfrentando a especulação imobiliária e aprovando o maior número de emendas para preparar a capital para os desafios do futuro.
É o primeiro vereador abertamente gay de Porto Alegre e nunca recuou diante dos ataques que sofreu. Também é autor da lei pioneira no estado que garante a Licença Maria da Penha para servidoras públicas. Giovani se coloca como escudo na política porque acredita que ela deve ser instrumento da defesa da vida de quem é alvo prioritário do ódio da extrema direita: mulheres, negros e negras, povos originários e a populção LGBTQIA+.
Com um pé no parlamento e outro na luta social, Giovani começou sua trajetória na Vila Funil, cresceu na Ponta Grossa, militou no movimento estudantil, foi vice-presidente Sul da UNE, presidente estadual da UJS, formou-se em Ciências Sociais pela UFRGS e hoje estuda Psicologia na Unisinos.
Ele tem lado: está com Lula, Juliana, Edegar, Manuela, Pimenta e Daiana.
Além de tudo, carrega uma qualidade rara na política: a capacidade de fazer as pessoas acreditarem novamente.
O Rio Grande do Sul precisa de um novo futuro.
E esse futuro exige coragem.
Exige mobilização.
Exige esperança.
Exige gente comum ocupando o lugar que sempre deveria ter estado.
Exige Giovani Culau deputado estadual.
